fim de tarde com sol aqui em curitiba, depois de uma semana chuvosa e cinzenta... espero que continue por mais uns dias, estranho mas em dias de verão me sinto mais feliz, talvez pelas cores e pelo céu, que me animam e por sentir mais arte
cada um tem sua percepção em relação a artes e cores, alguns preferem dias cinzentos e o filtro natural sobre as cores em dias nublados, outros preferem o sol dos dias de verão e a luz sobre as pessoas e objetos, que dão um tom tão vivo e poético
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
primeiro de janeiro de 2009
horas antes do ano novo andei pelas ruas e vi uma cidade calma, com poucas pessoas pelas ruas e pude sentir uma solidão e ver os contornos urbanos que nos transformam no dia a dia. Mescla-se desigualdades, desespero em cada esquina e ónibus que nos transportam dia a dia para historias diárias que depois viram lembranças e aprendizados. As lembranças de 2008 são dos abraços do amigos, dos shows insanos do bane e verduradas, da noite linda vendo bright eyes com as amigas mais lindas e o sorriso da artista mais linda e doce. Das dificuldades de suportar e do simples sorriso das sobrinhas ou do beijos de mãe e dos amigos. Força em dias solitários de arte skate sobre um sol que trazia um belo azul e contornos novos na cidade para fotos novas. è me forme, completei recentes 30 anos e agora?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
resistência
Os anos se passaram e talvez os sonhos utópicos tenham dado lugar a lógica de sobrevivência e da mera existência seguindo os padrões. Mas com todas as mudanças, e imposições que a sociedade impõem a todos, vejo a revolta na Grécia como uma esperança, não queria a morte de um jovem de 16 anos, mas o estado policial faz isso, não é fácil você morar na periferia e ter medo de ser assaltado ou de apanhar da policia por andar de skate ou fazer arte na rua... Ecos de resistencia ainda existem...
domingo, 2 de novembro de 2008
guadalupe
O cenário urbano tipico de uma cidade grande em meio a uma arquitectura decadente de centro velho, este é o Terminal Guadalupe em Curitiba. Um grande fluxo de pessoas que chegam dos bairros metropolitanos, comercio popular, igrejas evangélicas, pastores nas ruas pregando seu ódio a liberdade humana e vendendo o ideal escravocrata de almas pentecostal. Mas tem espaço pra todos, os que chegam para seus empregos de 8 horas, faculdade, sonhos e tristezas. Os prédios, grafites, e ruas são testemunhas de tudo isso, acho que isso que me fascina nessa região, a desigualdade e o exemplo vivo da sociedade brasileira. Buscamos espaços nas calçadas em meio a catadores de papel e seus pés descalços sentido hora o frio ou o calor intenso do asfalto, ambos costuramos os carros que cada vez mais invadem as calçadas e nos atropelam e temos nossa propria arte do viver
sábado, 25 de outubro de 2008
Todos estamos ferrados e vivemos uma existência sem sentido. Caos económico mundial, busca de um misero emprego e passar horas em exames de selecção. O preço que temos que pagar pelos confortos tecnológicos e ao não isolamento social, pois somos condicionados a sermos os "melhores". Não me adapto a isso, talvez esteja cheio de toda essa merda que é nos enfiada guela abaixo a nossa vida inteira. Ser bombardeado de todos os lados por "visões positivas cristãs que te escravizam" e que o mundo é para os bem sucedidos que bajulam toda essa escravatura moderna dos sentidos. Para mim somos escravos, e não adianta nada ter o celular de 1000 reais, o contrato de servidão voluntária as industrias automotivas quando se vende a alma por 72 prestações. Tudo se sucateia, e infelizmente não so maquinas pois até nós mesmos vamos nos torando amargos e tristes e temos que nos adequar a novas tecnologias capitalistas e por ai vai esse ciclo.
Tenho que sobreviver a minha depressão, a violência e buscar pelo menos alguns minutos de liberdade...
Tenho que sobreviver a minha depressão, a violência e buscar pelo menos alguns minutos de liberdade...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
dia azul e triste
vi uma mulher com seus dois filhos batendo de portão em portão pedindo alguma ajuda. cena normal de qualquer cidade, estava um céu bonito depois de vários dias de chuva, e e lama na rua era alegria pro menino que nem percebia a sina de sua mãe, mas logo o sol os deixariam cansados, talvez recebessem alguma comida, ou agua de alguma alma nobre. mas somos felizes e o beto richa é perfeito, e todos teram iphones, não temos direito a saúde e vivência digna, mas somos obrigado a consumir e ter o que os ricos da novela possuem de mais moderno e estiloso.
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