A cada dia me confronto mais com a dura realidade, e vejo como a sociedade nos impõe uma pseudoliberdade. Podemos seguir um caminho, mas indiretamente fatores sociais são impostos. Então chegamos a nos questionar sobre nossos sonhos e ideais e de como manter acesa uma chama que nos faça viver depois onibus cheios, intolerânciademonstrada dia a dia pelo ser humano, filas e fichas enfrentadas e preenchidas atras de um emprego. Chega-se ao ponto de parar de senir, e agir somente como uma máquina, seguindo a linha de pensamento moderno de consumir, arrumar um emprego que de muito dinheiro, alimentar um status para preencher um vazio. Mesmo não precisando de certas coisas há uma avalanche imposta de consumismo, que um determinado status social adquirido na aquisição de um carro ou por aceitar um padrão de vida imposto, são as metas de uma vida humana.
sábado, 17 de março de 2007
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Talves seja só uma lembrança batendo na minha mente, fazendo sentir coisas que talvez não sejam para mim, por ser incapaz ou por medo. Essa imagem representa uma parte da minha juventude perdida, uma referencia ao punk que descobri nos meus 13 anos, ouvindo ramones, husker du, black flag, clash e as historias da revista trasher e das suas fitinhas lendarias com coletaneas de hardcore, em uma materia na tv, dai veio algumas menções ao skate punk. Não me familiarizo com o que dizem sobre o skate hoje, mas quando eu andava sentia liberdade e esquecia do meu mundo de traumas.Vendo "DOG-TOWN" veio uma sensação que de como esas coisas mudaram a minha vida, mesmo achando so algo de preenchimento ao um cara complicado em meio a crises, sem contato com o mundo tão amendrotador.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
dissonâncias
minha mente parece um liquidificador em tantos pensamentos, taras, questionamentos
tanto que fico em desespero
não sou um jovem da decada de 60, em meio a rupturas, descobertas, que pirou ao ler kerouac e vibrava ao ler os textos devastadores de lester bangs
não presenciei o odio e a liberdade da explosão do punk e posteriormente do hardcore, nem suas quedas
sou só um sobrevivente que chora
tanto que fico em desespero
não sou um jovem da decada de 60, em meio a rupturas, descobertas, que pirou ao ler kerouac e vibrava ao ler os textos devastadores de lester bangs
não presenciei o odio e a liberdade da explosão do punk e posteriormente do hardcore, nem suas quedas
sou só um sobrevivente que chora
domingo, 28 de janeiro de 2007
metrópole
a imensidade urbana nos deixa invisiveis
em meio a tanta multidão e chegamos a sentir
toda a ilusão...
em meio a tanta multidão e chegamos a sentir
toda a ilusão...
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